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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A Montanha Russa do Arco-íris

Quando penso no mês de junho de 2017 para a comunidade LGBtQ, lembro das montanhas russas daqueles parques fantásticos de diversão. Hora o brinquedo fica no escuro com imagens horripilantes, hora tem loops que deixa o mais corajoso tonto, e por vezes há partes em que a descida é suave e libertária.
No início do mês a subida começa no breu, pois a temporada de Sense8, um marco da diversidade é cancelado em sua segunda temporada pela Netflix por motivos financeiros. A série conquistou um mundo inteiro levantando essa bandeira. Os personagens de destaque são. Lito, um ator latino e gay, Nomi, uma mulher trans., entre outros asiáticos, negros, etc. oito pessoas conectadas pelo pensamento, de todos os lugares do universo. Ocorreram abaixo-assinados e campanhas foram feitas para a volta de Sense8, mas a empresa realmente não conseguiu fazer nada.
 Após esse momento, um loop muito louco acontece, com a chegada da quinta temporada de Orange Is The New Black, trazendo as nossas parceiras detentas de Litchfield. A visibilidade lésbica e racial neste seriado é incrível, fora assuntos como estupro, e violação de direitos humanos nas prisões.
 A descida segue com a campanha do botão do orgulho LGBTQ, feita pelo Facebook. O app conta com 5 reações: ‘uau’, ‘amei’, ‘hahaha’, ‘bravo’ e ‘triste’. O botão “orgulho” foi liberado primeiro nos Estados Unidos, e depois foi para outros países. Para ativar a funcionalidade precisa entrar na página LGBTQ, página oficial do facebook
 E a parada é do dia 16 até 18 de junho, na cidade de São Paulo com caminhadas, amostras, festas e muita luta. Vigésima parada do orgulho LGBT.

 Mas a militância não para, pois há uma vastidão de pessoas morrendo, sendo proibidas de viver seus relacionamentos, muitas vezes são expulsas de casa e sofrem violência física e moral apenas por sua orientação sexual e/ou identidade de gênero. Por um planeta livre de heteronormatividade, preconceito enraizado em nossas vidas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Privacidade Zero

Tão distraída eu estava... Ouvindo música e nas redes sociais, nem percebi que já era quase hora de descer no ponto de ônibus no qual eu precisava chegar; e me perguntei se o motorista lembraria que eu deveria parar ali. Na dúvida, resolvi avisá-lo novamente, e o fiz.
-- “Ele parece ter esquecido! Ainda bem que o lembrei. ”
Eu definitivamente não gosto do alvoroço das 6h da tarde, e nem do meio dia. E era no pôr do sol que eu estava a caminho de onde eu precisava ir; o que me deixou bem descontente.
Quando enfim precisei descer, levantei-me, abri a bengala e passei por uma mutuca gigantesca até chegar na porta de traz, porque pela frente nem conseguia passar por parecer um formigueiro.
Ao começar a descer um a um os degraus, vem um homem tentar me ajudar, e da pior maneira possível. Veja você leitor, que o cidadão tentou pegar-me pela cintura, para que eu pusesse os pés no chão. Invasivo, não?
Fico me questionando, e me vem a resposta mais óbvia.
 “Será que se fosse um cara ele faria o mesmo? ”
Claro que “não! ”

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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A bateria acabou!



Eu e grande parte dos jovens que tem acesso a tecnologias de comunicação, temos como exemplo o celular e uma infinidade de Apps; criamos hábitos e pânicos que deveríamos evitar.
Poderia citar outros tipos de apetrechos que nos tornou individuais, mas quero focar nesse aqui.
Qual foi a última vez que olhou a sua volta quando está na rua? Ou parou para escutar as conversas no ônibus por mais que isso seja muito feio?
Tenho uma confissão; eu esporadicamente fico ouvindo diálogos alheios no ônibus e nunca consigo saber o desfecho. Triste.
O que se vê num encontro entre amigos e família, são diferentes smartphones em mãos diferentes, mensagens por redes sociais entre as pessoas presentes, olhos vidrados numa tela e nada de conversas faladas cara a cara.
Esses dias vi que já não consigo mais sair sem celular; entro em pânico. Tive que ir do ponto de ônibus que não é tão perto assim da minha casa, buscar o aparelho do capeta, como diz uma pessoa que conheço.
Fora aqueles 20 minutos que poderíamos estar aproveitando lendo jornal no banheiro, mas estamos no Facebook curtindo umas fotos nada a ver.
A bateria acabou, e agora? Preparem-se todos, declaro aberta a guerra da tomada única!
Já concordo com McLuhan, que diz que os meios tecnológicos e de comunicação, são extensões do homem.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O casório da Srta. sensação com o S.r. sabor



Olá, leitor! Seria interessante se durante o texto, você pegasse sua bebida favorita para que assim possamos pensar sobre o assunto mais confortavelmente. E se não tiver, use sua imaginação.
Estava eu, numa sexta à noite com a Netflix e um pacote de salgadinhos me fazendo companhia; e para completar querendo beber um copo de chocolate quente por causa do inverno, mas morrendo de preguiça de levantar da cama para preparar. Então pus-me a pensar sobre as sensações que eu tenho ao tomar determinadas bebidas.
Comecei com o chocolate em questão. é um conforto de mãe; que quando  finalizo o copo ou a xícara, chego ao ápice e sinto-me mais protegida.
 O chá, é como aquele dia na casa da minha avó; estou com alguma preocupação e uma baita dor de estômago, a vovó faz para me acalmar.
Já o café, é tomado quando se está com o monte de remela nos olhos de manhã ou em algum momento onde tenha a necessidade de se manter acordado, e quando há uma ansiedade monstruosa. Eu tomo em qualquer hora, porque sou viciada.
Pensei rapidamente em outras como cerveja, que aprecio tomar junto com churrasco; ou suco de laranja com um pastel.
O que sente ao tomar suas bebidas preferidas? Reflita!

Pode me encontrar em 
Facebook: Mariana Romano Rocha
Twitter: @RomanoMari
Insta Mari.Romano_
Pag: Mari Romano